Governo do Distrito Federal
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21/10/19 às 16h56 - Atualizado em 22/10/19 às 8h48

PGDF avança na busca de soluções de Inteligência Artificial

A Comissão Técnica do Comitê Interno de Governança Pública da PGDF (CT-CIG-PGDF) visitou nesta sexta-feira, 18 de outubro, a Universidade de Brasília (UnB) do Gama, para conhecer as soluções de Inteligência Artificial desenvolvidas pela instituição.

 

A iniciativa está incluída na agenda de visitas programadas a órgãos públicos e à academia, para entendimento de como essas instituições trabalham com soluções de inteligência artificial. As próximas visitas serão ao TST, STF e TJDFT para conhecer os projetos Bem-Te-Vi, Victor e Hórus, respectivamente.

 

Além da Comissão Técnica, também participaram da visita representantes da FAP/DF, o Procurador-Chefe da PROPES, Bruno Tavares, a Chefe da SUTIC, Riane Torres, a Coordenadora de Gestão Fiscal da PGDF, Josele Lima e  a equipe técnica da SUTIC.

 

A visita é resultado da reunião histórica que ocorreu na PGDF em 11 de outubro, quando esta Casa Jurídica apresentou a convidados os projetos nominados “Inteligência Artificial em Execução Fiscal” e “Inteligência Artificial em Litigância de Massa”, que estão em trâmite junto à Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). Estiveram presentes na reunião de 11/10 representantes da PGDF e das instituições parceiras FAPDF, InuTech, Anvisa, UnB e da Giga Candanga.

 

O projeto de “Inteligência Artificial em Execução Fiscal” tem por escopo viabilizar a criação de aplicações tecnológicas avançadas, as quais serão capazes de ler e identificar fases processuais, de comparar dados e de viabilizar automação de geração de petições de baixa complexidade jurídica para auxílio do patrocínio das execuções fiscais.

 

Já o projeto de “Inteligência Artificial em Litigância de Massa” tem o objetivo de desenvolver métodos computacionais de aprendizado de máquina, que acelerarão algumas atividades de análise prévia, como por exemplo a montagem de petições, pareceres, dentre outras manifestações jurídicas.

 

Desse modo, a força intelectual dos procuradores poderá ser melhor aproveitada e direcionada para as demandas mais complexas e estratégicas do DF, e mesmo para soluções de prevenção das demandas repetitivas, com tratamento jurídico aplicado à origem do problema.

 

 

Veja fotos da visita à PGDF que ocorreu em 11/10:

IA PGDF